O Carnaval paraense de 2026 foi uma celebração vibrante que levou multidões às ruas, rios e praças, unindo tradição, cultura e grandes apresentações em diversas localidades do estado. Cidades históricas e comunidades ribeirinhas se tornaram cenários de expressões culturais que, mesmo após décadas, continuam a se reinventar, mantendo viva a essência do carnaval no Pará.
Em Curuçá, o famoso bloco Pretinhos do Mangue fez sua 37ª apresentação, se tornando um dos eventos culturais mais emblemáticos da região. Com o tema “Do mangue e da maré, nasce a força da mulher”, o evento teve início no domingo (15), e os participantes utilizaram o tijuco, a lama característica dos manguezais, como parte da celebração. O som do carimbó ecoou pelas ruas, reunindo tanto moradores quanto visitantes em uma grande festa que simboliza a cultura e a preservação ambiental do estado. Além disso, o bloco Curral do Piça também se destacou, trazendo sátira e críticas sociais para as ruas, consolidando Curuçá como um dos principais destinos carnavalescos do Pará.
Em Cametá, o Carnaval das Águas se tornou a principal atração, reafirmando a identidade única do município. As festividades começaram antes do período oficial do carnaval e se estenderam por ilhas e comunidades, incluindo Mocajuba. De 13 a 18 de fevereiro, os foliões participaram de cortejos fluviais pelo Rio Tocantins, promovendo música e encontros culturais. Os Cordões de Mascarados, compostos por cerca de 26 grupos, navegaram por rios e igarapés em pequenas embarcações, trazendo um clima lúdico e fortalecendo as relações comunitárias.
A festa também foi marcada por grandes shows, especialmente em Bragança, onde a Orla do Rio Caeté e a Praça Armando Bordalo foram o cenário de apresentações e blocos, como o Urubu Cheiroso. O bloco Cavalo de Tróia, que ficou cinco anos parado devido à pandemia, fez seu retorno triunfal com um carro alegórico iluminado por LEDs, reunindo foliões com trajes históricos e fantasias criativas. Em Santa Isabel do Pará, DJs e a aparelhagem Rubi Light atraíram um grande público, enquanto em Vigia, o artista DJ Alok encantou os presentes com um espetáculo de drones iluminando o céu com o nome da cidade.
Em Altamira, o Bloco da Inclusão, criado em 2025, destacou a importância da diversidade no carnaval. Com uma proposta que visa a democratização da festa, o bloco acolheu pessoas com deficiência, idosos e aqueles que pertencem ao espectro autista, reafirmando que a folia é, e deve ser, um espaço para todos. Assim, o carnaval paraense se mostrou mais do que uma mera celebração; foi um verdadeiro mosaico de cultura, inclusão e alegria.
📰 Fonte: Do mangue aos rios: veja festas de carnaval que animaram diferentes cidades pelo Pará
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