Um trecho da Avenida Júlio César, localizado em Belém, passará por interdição parcial a partir das 18h deste sábado (7). A decisão foi tomada após a identificação de riscos relacionados a uma passarela que foi construída na região, próxima ao canal São Joaquim, no bairro da Marambaia. Essa passarela faz parte das obras do Parque Urbano Igarapé São Joaquim, um projeto que integra as intervenções para a COP30.
Conforme informações da Prefeitura de Belém, o bloqueio afetará uma faixa da pista no sentido Aeroporto–avenida Almirante Barroso, possibilitando que equipes técnicas realizem os reparos necessários na estrutura da passarela. Durante esse período, veículos menores poderão transitar pela via, enquanto os de maior porte serão redirecionados para rotas alternativas. A presença de agentes da Secretaria Municipal de Segurança, Ordem Pública e Mobilidade (Segbel) será importante para organizar o fluxo de veículos e fornecer orientações aos motoristas.
A passarela foi interditada na tarde de sexta-feira (6) após a constatação de problemas estruturais que poderiam levar à sua queda. De imediato, o tráfego no trecho foi interrompido para que as equipes pudessem avaliar a situação e tomar as ações corretivas adequadas. As autoridades municipais informaram que equipes de infraestrutura foram mobilizadas para inspecionar a passarela e determinar as medidas de segurança necessárias.
O Parque Urbano Igarapé São Joaquim abrange um percurso de cerca de 5 quilômetros, abrangendo seis bairros da capital paraense, com um orçamento total de R$ 173 milhões. Desse montante, R$ 150 milhões são oriundos da Itaipu Binacional e R$ 23 milhões da Prefeitura de Belém, sob a supervisão da Secretaria Municipal de Saneamento (Sesan). Embora a obra tenha começado em julho de 2024, a data para a conclusão da primeira etapa, inicialmente prevista para outubro de 2025, ainda não foi atualizada.
A responsabilidade pela obra recai sobre o Consórcio Igarapé São Joaquim, que inclui as empresas Construbase Engenharia e HTBR Arquitetura e Engenharia. A Prefeitura notificou o consórcio para que apresentem justificativas e as devidas medidas de correção. Um procedimento administrativo também foi instaurado para investigar possíveis falhas técnicas. Caso sejam encontradas irregularidades, o consórcio poderá enfrentar sanções administrativas e legais conforme a legislação atual. Além disso, uma vistoria técnica detalhada foi solicitada para verificar a segurança da estrutura e de outras partes do projeto, garantindo a proteção da população durante a continuidade das obras.
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