Você já imaginou estar imerso dentro de uma obra de arte? A nova exposição “Amazônia Imersiva” convida o público a fazer justamente isso, ao proporcionar uma experiência única em que é possível caminhar por imagens vibrantes da Amazônia, cercado por cor, movimento e som. O evento, que promete encantar visitantes, será inaugurado no dia 10 de março, na Casa das Onze Janelas, em Belém.
A proposta inovadora combina projeções audiovisuais em 360°, permitindo que as obras de diversos artistas da região sejam transformadas em uma vivência interativa, onde o espectador é convidado a habitar o interior das imagens. Entre os artistas participantes estão nomes como Ailton Krenak, Elza Lima, e Jaider Esbell, que trazem suas visões e expressões da Amazônia, criando um mosaico rico e dinâmico.
Idealizado pela cantora Aíla e pela artista visual Roberta Carvalho, que também é responsável pela curadoria, o projeto se propõe a reverter a narrativa histórica frequentemente associada à Amazônia. “É hora de mostrar nossa presença, construída através da arte e da tecnologia, e de reivindicar nossas histórias”. Essa afirmação de Carvalho reflete a intenção de oferecer uma nova perspectiva sobre a região, que por muito tempo foi retratada apenas sob lentes de estereótipos e ausência.
No centro da exposição, os visitantes encontrarão uma sala de projeção imersiva equipada com projetores que envolvem completamente o ambiente. Em contraste com exposições convencionais, aqui as obras são ampliadas e animadas, criando um cenário visual que envolve o público. A trilha sonora, coordenada por Aíla e composta pelo produtor indígena Nelson D, complementa essa experiência sensorial, com ritmos que refletem a diversidade cultural da Amazônia, do marabaixo ao carimbó.
A mostra se desdobra em três áreas dentro da Casa das Onze Janelas. A primeira é dedicada à experiência imersiva, enquanto a Sala Manifesta apresenta textos e biografias de intelectuais amazônicos e uma instalação chamada “Ouriços Falantes”, que utiliza ouriços de castanha como caixas de som para compartilhar vozes e reflexões sobre a região. Os visitantes também terão a oportunidade de vivenciar obras por meio de óculos de realidade virtual, ampliando ainda mais a imersão nas narrativas amazônicas.
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